Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Ramallah é de Maio, Junho, Outubro. — clima clima consistente
☀️Agradável
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| Score | 30 | 41 | 60 | 88 | 95 | 92 | 77 | 76 | 91 | 95 | 80 | 48 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Frio | Frio | Frio | Ameno | Agradável | Agradável | Agradável | Agradável | Agradável | Agradável | Ameno | Frio |
| Temperatura | 4–12°C | 5–13°C | 6–16°C | 10–21°C | 13–26°C | 16–29°C | 18–31°C | 18–31°C | 17–29°C | 15–25°C | 11–19°C | 7–14°C |
| Sensação | 1–8°C | 2–10°C | 3–14°C | 7–20°C | 11–25°C | 15–29°C | 18–31°C | 19–32°C | 18–29°C | 14–24°C | 9–17°C | 4–11°C |
| Precipitação | 93mm 16 dias | 75mm 13 dias | 59mm 12 dias | 34mm 6 dias | 15mm 3 dias | 2mm 1 dias | 0mm 0 dias | 0mm 0 dias | 3mm 1 dias | 16mm 4 dias | 43mm 8 dias | 64mm 11 dias |
| Sol | 8.4h ☀︎ 81% | 9.0h ☀︎ 81% | 10.1h ☀︎ 84% | 11.7h ☀︎ 90% | 12.6h ☀︎ 91% | 13.2h ☀︎ 93% | 13.3h ☀︎ 95% | 12.7h ☀︎ 96% | 11.5h ☀︎ 93% | 10.5h ☀︎ 92% | 9.2h ☀︎ 87% | 8.2h ☀︎ 81% |
| Vento | SO · 19 km/h | O · 18 km/h | O · 20 km/h | NO · 19 km/h | NO · 21 km/h | NO · 21 km/h | NO · 22 km/h | NO · 21 km/h | NO · 20 km/h | NO · 17 km/h | N · 16 km/h | SO · 17 km/h |
| Umidade (%) | 73% | 72% | 69% | 58% | 52% | 56% | 59% | 65% | 65% | 64% | 64% | 69% |
| Duração do dia | 10.3h | 11.1h | 12.0h | 13.0h | 13.8h | 14.2h | 14.0h | 13.3h | 12.4h | 11.4h | 10.5h | 10.1h |
Situada a quase novecentos metros acima do nível do mar, na crista central das Judaean Mountains, Ramallah escapa ao calor sufocante das planícies, embora a sua janela climatérica ideal no final da primavera chegue antes da vaga de multidões que toma conta da cidade desde o pico do verão até ao outono.
A quase novecentos metros acima do mar Mediterrâneo, Ramallah não se parece com o Médio Oriente da imaginação popular. O ar aqui tem um toque agudo de altitude; as colinas de calcário canalizam uma brisa persistente e, quando o inverno avança pela crista, a arquitetura em pedra retém o frio húmido como uma adega. Sendo o coração administrativo da Palestina, é um polo movimentado e cinético onde diplomatas, artistas e estudantes universitários partilham o espaço público. Compreender a cidade exige sintonizar-se com a sua altitude: lá em baixo, no Jordan Valley ou ao longo da costa, as estações contam uma história, mas cá em cima, nestas alturas, Ramallah segue o seu próprio ritmo montanhoso e vigoroso.
Abril e maio são os meses para os quais Ramallah foi construída. A mordida persistente do inverno recua, substituída por dias brilhantes e cristalinos, onde a temperatura da tarde oscila confortavelmente entre o início e meados dos vinte graus. As encostas em socalcos circundantes, salpicadas de olivais e ciclâmens selvagens, tornam-se de um verde vibrante e efémero antes de o sol seco do verão as secar até ficarem pálidas.
O que torna esta janela verdadeiramente excecional é a ausência de multidões em pico. Enquanto o calendário da cidade atinge o seu zénite comercial e social frenético mais tarde no ano, o final da primavera traz uma energia pausada e generosa. Pode passear por Old Ramallah e admirar as fachadas de pedra envelhecidas da era otomana sem ter de abrir caminho por entre um tráfego de pedestres denso, ou demorar-se a saborear um café com cardamomo numa esplanada onde a brisa da montanha é suave em vez de cortante.
Em maio, a chuva reduziu-se a aguaceiros passageiros insignificantes que desaparecem tão rapidamente quanto chegam. As noites não exigem mais do que uma camada leve de roupa enquanto desce em direção a Al-Manara Square, onde os leões de pedra vigiam uma pulsação urbana que se sente viva e acolhedora, sem a claustrofobia da agitação do final do verão.
No final de junho, a paisagem endureceu na sua paleta de verão de pedra branqueada, sálvia empoeirada e verdes de azeitona profunda. A precipitação cessa por completo — julho e agosto não registam uma única gota mensurável. Devido à altitude, as máximas diurnas raramente ultrapassam o início dos trinta graus, evitando a miséria sufocante e húmida das planícies costeiras, mas o sol do meio-dia bate implacavelmente nas calçadas pálidas.
Estes meses marcam o início da estação mais barulhenta e preenchida de Ramallah. Expatriados, famílias da diáspora que regressam para casamentos e visitantes de toda a West Bank enchem as ruas. O trânsito congestiona os corredores estreitos entre Al-Bireh e o centro de Ramallah, e as buzinadas ecoam até tarde na noite. O meio-dia exige recolher ao interior ou procurar pátios de paredes de pedra sombreados por latadas de uva.
Ainda assim, as noites de verão oferecem uma pura redenção. Assim que o sol mergulha atrás das colinas ocidentais, as Judaean Mountains libertam o seu calor acumulado. Brisas frescas e secas varrem as encostas residenciais de Al-Masyoun, atraindo famílias inteiras para o ar livre. A cidade permanece acordada muito depois da meia-noite, jantando e conversando em jardins nos terraços sob céus limpos e salpicados de estrelas.
Setembro e outubro representam Ramallah no seu estado mais magnético, embora vá partilhá-la com as maiores multidões de todo o ano. Setembro é o pico absoluto da atividade urbana, vibrando com vitalidade cultural, mercados cheios e cafés lotados. O tempo acompanha esta energia passo a passo, suavizando-se do brilho intenso do verão para um calor suave e amarelado, com as tardes a instalarem-se em meados dos vinte graus.
Outubro traz a perfeição atmosférica. O ar torna-se fresco nas margens, o céu assume um azul intenso e polido, e a colheita da azeitona começa nos socalcos circundantes. As primeiras chuvas suaves do outono chegam no final do mês, lavando a poeira do verão dos edifícios de calcário e libertando o aroma terroso a terracota húmida e pinho.
Cada terraço e cobertura ganha vida com conversas. Se prospera com o dinamismo cultural e não se importa com ruas movimentadas e locais cheios, outubro é indiscutivelmente o mês mais atmosférico para vivenciar a vida cívica palestiniana. Tem apenas de aceitar que o segredo foi revelado: todos os que podem estar em Ramallah estão aqui.
Novembro marca a mudança de rumo. A queda acentuada no número de visitantes proporciona espaço para respirar, devolvendo a cidade a um ritmo mais sossegado e estritamente local. As horas de luz diurna encurtam visivelmente e as temperaturas diurnas caem abaixo dos vinte graus, enquanto o ar noturno carrega uma mordida húmida e inconfundível.
A precipitação regressa a sério durante novembro, chegando em aguaceiros intermitentes e varridos que derivam pelos cumes. Quando o sol rompe, o ar fresco e purificado oferece uma visibilidade impressionante através das colinas ondulantes em direção a Jerusalem. É uma altura contemplativa e atmosférica para visitar instituições culturais e deambular por ruas residenciais, desde que traga um casaco de lã e sapatos robustos para os degraus de pedra escorregadios.
Não subestime o inverno em Ramallah. De dezembro a fevereiro, o clima de montanha mostra os dentes. Exposta a grande altitude, a cidade sofre o impacto total das tempestades do Mediterrâneo oriental. A chuva é frequente, caindo como uma molha constante e impelida pelo vento em vez de um rápido aguaceiro, e as temperaturas caem rotineiramente para valores de um dígito, descendo ocasionalmente o suficiente para polvilhar as colinas mais altas com neve.
Como a arquitetura local tradicional foi concebida para refletir o calor feroz do verão, os interiores de pedra mais antigos podem parecer mais frios do que o exterior. O aquecimento é um assunto sério, dependendo frequentemente de aquecedores a querosene ou gás que dão aroma ao ar interior. As ruas ao redor dos mercados centrais acalmam cedo à medida que a treva cai, com os locais a correrem para casa em direção às mesas de família e lareiras quentes.
Março inicia a recuperação lenta e hesitante. A chuva abranda, as multidões mantêm-se baixas e manchas de sol brilhante irrompem através do teto cinzento. No entanto, o chão permanece frio e vagas de frio imprevisíveis lembram-lhe que o inverno não se rende facilmente nesta crista. A menos que aprecie céus cinzentos e uma solidão tranquila embrulhada em lã, deixe os meses de inverno para os residentes e planeie a sua chegada para o despertar da primavera.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
Har HaMenuchot ou Monte dos Descansos é uma montanha na área municipal de Jerusalém, Israel, e o maior cemitério da cidade, fundado em 1951.
A antiga cidade de Gibeão ou Gibeom é hoje relacionada com el-Jib, a uns 9,5 km ao NNO do monte do Templo em Jerusalém. Ali foram encontradas numerosas alças de jarros de barro com o nome Gibeão em caracteres hebraicos antigos. Situada num morro que se eleva uns 60 m acima da planície circunvizinha, o lugar antigo abrange uns 6,5 ha.
O Estádio Internacional Faisal Al-Husseini é um estádio de futebol situado na cidade de Jerusalém, na Cisjordânia, Palestina. É o estádio onde a seleção palestina manda seus jogos, e tem capacidade para 6.000 espectadores.
The Belz Great Synagogue is a Hasidic Jewish congregation and synagogue, located at 7 Binat Yisas'har Street, in the Kiryat Belz neighborhood of Jerusalem, Israel. Designed by Aaron Ostreicher and completed in 2002, the synagogue was built by the Belz Hasidic community with financial help from its supporters around the world. With capacity for approximately 10,000 worshipers, the synagogue is one of the largest synagogues in Israel.
Mukataa is an Arabic word for headquarters or administrative center, particularly in Palestine. Mukataas were mostly built during the British Mandate as Tegart forts and were used both as British government centers and as dwellings for the British administrative staff. Some Mukataas also included police stations and prisons. After the British left, the buildings often functioned similarly under the Jordanians, and then the Israelis.
O cemitério militar britânico de Jerusalém é um cemitério militar britânico no Monte Scopus em Jerusalém. Ele homenageia os soldados britânicos da Commonwealth na Primeira Guerra Mundial, no Mandato Britânico da Palestina.
A Mesquita Jamal Abdel Nasser é uma mesquita situada em Ramala, na região central da Cisjordânia. É a maior mesquita da cidade e localiza-se na zona central. Recebeu este nome em homenagem ao presidente egípcio e líder árabe Gamal Abdel Nasser.
O Museu Palestino é um museu localizado em Birzeit, cidade 25 km ao norte de Jerusalém, na Cisjordânia, na Palestina. Aberto em 18 de maio de 2016, o museu é um projeto da Welfare Association, organização sem fins lucrativos para o desenvolvimento de projetos humanitários na Palestina.
The Tomb of Samuel, commonly known as Nebi Samuel or Nebi Samwil, is the traditional burial site of the biblical prophet Samuel, atop a steep hill at an elevation of 908 m (2,979 ft) above sea level, in the Palestinian village of Nabi Samwil, in the West Bank.

Tombs of the Sanhedrin, also Tombs of the Judges, is an underground complex of 63 rock-cut tombs located in a public park in the northern Jerusalem neighborhood of Sanhedria. Built in the 1st century CE, the tombs are noted for their elaborate design and symmetry. They have been a site for Jewish pilgrimage since the medieval period. The popular name of the complex, which has the most magnificently carved pediment of ancient Jerusalem, is due to the fact that the number of burial niches it contains is somewhat close to that of the members of the ancient Jewish supreme court, the Great Sanhedrin, namely 71.
The St. Cleophas Church or St. Cleopas Church also called Emmaus Church or the Basilica of St. Cleophas, is a Franciscan Catholic church located in the Palestinian village of Al-Qubeiba in the West Bank. The site is one of the three major candidates identified with Emmaus, where, according to the New Testament, Jesus revealed himself to two of his disciples shortly after his resurrection. About half a mile west of the church lies a Franciscan lodge.
The Greek Orthodox Church of Transfiguration is a church in Ramallah, West Bank, Palestine. It was inaugurated in 1852. The Basilica is of Byzantine style. The church contains sacred utensils and old icons, some of which date back to 1830 and were transferred to the church after the destruction of small churches in Ramallah as a result of persecution and several wars.
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