Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Mandalay é de Janeiro, Fevereiro, Dezembro. — clima clima consistente
⛈Quente e chuvoso
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| Score | 96 | 100 | 82 | 65 | 44 | 52 | 43 | 40 | 36 | 46 | 84 | 97 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Agradável | Agradável | Quente e seco | Quente e seco | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e seco | Agradável |
| Temperatura | 17–27°C | 18–31°C | 22–36°C | 26–37°C | 27–36°C | 26–34°C | 26–33°C | 26–32°C | 26–32°C | 25–31°C | 22–30°C | 19–28°C |
| Sensação | 18–29°C | 19–32°C | 23–37°C | 28–40°C | 31–41°C | 30–38°C | 30–38°C | 30–37°C | 30–38°C | 29–37°C | 25–34°C | 21–30°C |
| Precipitação | 21mm 2 dias | 2mm 0 dias | 15mm 1 dias | 36mm 2 dias | 148mm 11 dias | 154mm 17 dias | 192mm 22 dias | 216mm 23 dias | 238mm 20 dias | 211mm 18 dias | 55mm 6 dias | 9mm 2 dias |
| Sol | 10.1h ☀︎ 92% | 10.8h ☀︎ 94% | 10.9h ☀︎ 90% | 11.3h ☀︎ 89% | 11.6h ☀︎ 88% | 6.7h ☀︎ 50% | 5.5h ☀︎ 41% | 5.3h ☀︎ 42% | 6.5h ☀︎ 53% | 9.5h ☀︎ 82% | 10.3h ☀︎ 93% | 10.2h ☀︎ 94% |
| Vento | NO · 9 km/h | SO · 11 km/h | SO · 12 km/h | S · 15 km/h | S · 17 km/h | S · 21 km/h | S · 20 km/h | S · 18 km/h | S · 14 km/h | L · 10 km/h | N · 9 km/h | N · 9 km/h |
| Umidade (%) | 66% | 52% | 43% | 46% | 63% | 71% | 73% | 77% | 80% | 81% | 76% | 72% |
| Duração do dia | 11.0h | 11.4h | 12.0h | 12.7h | 13.2h | 13.5h | 13.3h | 12.9h | 12.3h | 11.6h | 11.1h | 10.8h |
A celebracao do Ano Novo de Mianmar em meados de abril transforma as ruas de Mandalay em uma grande guerra de agua pela…
Esse festival de outubro marca o fim da Quaresma budista com velas, lanternas de papel e luzes eletricas decorando casas…
Os viajantes acorrem a Mandalay no auge do forno pré-monção em março e abril, ignorando completamente o facto de os meses de inverno, de dezembro a fevereiro, oferecerem céus azuis imaculados, brisas suaves e metade das multidões.
Como a última capital real da Birmânia, empoleirada nas margens orientais do largo rio Irrawaddy, Mandalay carrega um senso duradouro de pompa sob a sua grelha de ruas desbotadas pelo sol. O rei Mindon fundou-a como uma cidadela cintilante de teca e ouro, e embora os incêndios do século XX e a destruição da guerra tenham despojado grande parte do seu antigo esplendor, a cidade continua a ser o coração espiritual vivo do Alto Mianmar. Monges de açafrão e cor de vinho inundam as avenidas ao amanhecer, canteiros talham jade em becos e o rio cintila como bronze martirizado. No entanto, a forma como experiencia esta metrópole histórica depende quase inteiramente de chegar quando o ar está fresco e seco, ou quando a zona seca central se transforma num forno de tijolo inescapável.
Dezembro, janeiro e fevereiro são os meses para os quais Mandalay foi construída. O calor abrasador da zona seca desaparece por completo, deixando manhãs deliciosamente frescas e tardes aquecidas por uma luz solar suave e dourada. Pode subir as escadarias cobertas de Mandalay Hill no frescor do início da manhã sem transpirar, observando a névoa a dissipar-se lentamente das colinas Shan e das amplas curvas do rio Irrawaddy lá embaixo.
Fevereiro, em particular, é indiscutivelmente o mês mais perfeito do calendário. A chuva é praticamente desconhecida, a humidade desce para níveis desprezíveis e as avenidas empoeiradas parecem serenas em vez de sufocantes. É o momento de passar horas a explorar a serenidade monástica de Amarapura, vagueando pelas antigas pontes do lago enquanto os pescadores deslizam pelas águas espelhadas e imóveis.
Apesar do clima sublime, o número de visitantes permanece surpreendentemente modesto em comparação com a corrida da primavera. Não terá de abrir caminho a cotoveladas por entre grupos de turistas para prestar homenagem em Mahamuni, onde os devotos aplicam finas camadas de folha de ouro sobre a venerada imagem de Buda em tranquilidade reverente. Se quer Mandalay na sua forma mais digna, pacífica e fisicamente confortável, esta é a janela restrita para fazer a reserva.
Março chega como a porta de um forno fechada de rompante. A temperatura dispara e, em abril, a sensação térmica atinge habitualmente os 40 graus. A cidade instala-se num silêncio estonteante à tarde, enquanto os pátios de pedra irradiam um calor feroz e o ar se enche de pó. Bizarramente, é precisamente nesta altura que as multidões atingem o seu pico anual, lotando as ruas e enchendo todos os recintos dos templos.
Parte do atrativo em abril é o Thingyan Water Festival. Durante vários dias maníacos, toda a cidade para para celebrar o Ano Novo birmanês com palcos de música ensurdecedores, postos de lançamento de água à beira da estrada e banhos implacáveis de água gelada. Dado o calor ambiente implacável, ficar encharcado da cabeça aos pés por carrinhas de caixa aberta em movimento não é apenas emocionante — é um alívio vital. Monges e anciãos realizam cerimónias silenciosas de acumulação de mérito em santuários ensombrados, enquanto os adolescentes esguicham mangueiras pelas avenidas.
Fora da semana do festival, no entanto, este período testa a sua resistência. O turismo exige uma disciplina de ferro: deve sair do quarto ao amanhecer, recolher ao interior antes do meio-dia, quando as lajes de pedra de cada pagode ficam demasiado quentes para pés descalços, e aventurar-se novamente apenas quando o sol mergulha atrás do rio. Se vier agora, espere uma intensidade feroz, multidões estridentes e muito pouco descanso do sol.
Em maio, o calor rebenta em céus turbulentos à medida que a monção avança sobre o Alto Mianmar. Embora Mandalay se situe na cintura seca central do país — o que significa que evita as inundações costeiras apocalípticas vistas mais a sul —, as chuvas de junho a outubro são constantes, cinzentas e acompanhadas de uma humidade intensa e pegajosa. A intensidade da chuva aumenta em direção ao final do verão, culminando nas ruas encharcadas e tardes nubladas de setembro.
Viajar durante estes meses tem um ritmo solitário e contemplativo. As multidões desaparecem, os corredores dos hotéis ficam silenciosos e a paisagem rural circundante explode em tons surpreendentes de verde esmeralda. Os templos esvaziam-se, deixando-o a sós com o murmúrio rítmico dos monges a entoar cânticos. No entanto, a exploração ao ar livre torna-se uma aposta logística; as chuvadas chegam frequentemente em rajadas súbitas que inundam as estradas e o podem deixar preso sob os beirais de um templo durante uma hora seguida.
O ambiente altera-se drasticamente em outubro com o Thadingyut Festival of Lights. Marcando o fim da Quaresma budista, o festival transforma Mandalay numa tapeçaria luminosa. Milhares de lanternas de papel, velas tremeluzentes e grinaldas de lâmpadas elétricas iluminam tanto as varandas privadas como os terraços dos templos. O ar da noite começa a perder a sua densidade de monção, atraindo vastas multidões de famílias a Mahamuni para acender velas votivas, banquetear-se com petiscos de rua e dar as boas-vindas à mudança de estação.
Novembro marca o verdadeiro limiar psicológico do ano. Os últimos aguaceiros da monção dissipam-se, a humidade desce acentuadamente e o calor implacável suaviza-se num calor agradável. A cidade solta um suspiro coletivo de alívio.
As multidões começam a regressar a1gora, mas longe da aglomeração da primavera. Os dias são luminosos e lavados pelas chuvas que partiram, com longas horas de sol a iluminar as paredes vermelhas do recinto do palácio real. Pode andar de bicicleta pelos bairros periféricos empoeirados, demorar-se nos cais fluviais e explorar os vastos complexos de mosteiros sem se sentir perseguido pelo sol.
Para os viajantes que não conseguem encaixar os meses do pleno inverno, novembro oferece confortos quase idênticos, com uma luz de outono vibrante e paisagens luxuriantes pós-chuva ao longo das margens do rio.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
The Mandalay Palace, located in Mandalay, Myanmar, is the last royal palace of the last Burmese monarchy. The palace was constructed between 1857 and 1859 as part of King Mindon's founding of the new royal capital city of Mandalay. The plan of Mandalay Palace largely follows the traditional Burmese palace design; it is inside a walled fort surrounded by a moat. The palace itself is at the centre of the citadel and faces east. All buildings of the palace are of one storey in height. The number of spires above a building indicated the importance of the area below.
The Mahamuni Buddha Temple is a Buddhist temple and major pilgrimage site, located southwest of Mandalay, Myanmar (Burma). The Mahamuni Image is enshrined in this temple, and originally came from Arakan. It is highly venerated in Burma and central to many people's lives, as it is seen as a representation of the Buddha's own life essence.
Kuthodaw Pagoda is a Buddhist stupa, located in Mandalay, Burma (Myanmar), that contains the world's largest book. It lies at the foot of Mandalay Hill and was built during the reign of King Mindon (1853–1878). The stupa itself, which is gilded above its terraces, is 188 feet (57 m) high, and is modelled after the Shwezigon Pagoda at Nyaung-U near Bagan. In the grounds of the pagoda are 729 kyauksa gu or stone-inscription caves, each containing a marble slab inscribed on both sides with a page of text from the Tipitaka, the entire Pali Canon of Theravada Buddhism.
Mandalar Thiri Stadium is a multi-use stadium located in Mandalay, Myanmar. It located east of the Mingalar Mandalay. Its address is between 68th and 73rd, between 102A rd and 107 rd, beside of the Mandalay Football Academy. The stadium hosted the women's football tournament in the 2013 Southeast Asian Games and is also the home of Yadanarbon F.C. It has become one of the landmarks of Mandalay, Myanmar.
The Mingun Pahtodawgyi is an incomplete monument stupa in Mingun, approximately 10 kilometres (6.2 mi) northwest of Mandalay in Sagaing Region in central Myanmar. The ruins are the remains of a massive construction project begun by King Bodawpaya in 1790 which was intentionally left unfinished. The Pahtodawgyi is seen as the physical manifestation of Bodawpaya's well-known eccentricities. He set up an observation post on an island off Mingun to personally supervise the construction of the temple.
Shwenandaw Monastery is a historic Buddhist monastery located near Mandalay Hill, Mandalay Region, Myanmar.
The Hsinbyume Pagoda, also known as Myatheindan Pagoda, is a large pagoda on the northern side of Mingun in Sagaing Region, Myanmar, on the western bank of the Irrawaddy River. It is approximately 10 kilometres (6.2 mi) northwest of Mandalay and is located in the proximity of the Mingun Pahtodawgyi. The pagoda is painted white and is modelled on the physical description of the Buddhist sacred mountain, Mount Meru.
The Atumashi Monastery is a Buddhist monastery located in Mandalay, Myanmar (Burma).
The Yadanabon Zoological Gardens is a zoo in Mandalay, Myanmar. The zoo has nearly 300 animals, including tigers, leopards and elephants, and plays a major part in the conservation program for the highly threatened Burmese roofed turtle.
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