Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Charleston é de Junho, Setembro, Outubro. — clima clima consistente
🌥Ameno
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| Score | 10 | 12 | 39 | 72 | 74 | 75 | 64 | 70 | 80 | 80 | 46 | 16 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Frio | Frio | Frio | Fresco e chuvoso | Úmido | Úmido | Úmido | Úmido | Úmido | Ameno | Frio | Frio |
| Temperatura | -2–6°C | -1–10°C | 3–14°C | 7–19°C | 13–23°C | 17–27°C | 20–30°C | 19–29°C | 16–26°C | 10–20°C | 4–14°C | 1–10°C |
| Sensação | -7–3°C | -5–6°C | -1–11°C | 5–17°C | 13–24°C | 18–30°C | 22–33°C | 21–32°C | 17–28°C | 9–20°C | 1–11°C | -3–7°C |
| Precipitação | 107mm 13 dias | 133mm 13 dias | 110mm 12 dias | 110mm 12 dias | 133mm 14 dias | 122mm 12 dias | 135mm 14 dias | 117mm 12 dias | 93mm 9 dias | 84mm 9 dias | 73mm 9 dias | 103mm 12 dias |
| Sol | 4.3h ☀︎ 44% | 5.4h ☀︎ 50% | 7.0h ☀︎ 58% | 8.5h ☀︎ 65% | 9.5h ☀︎ 67% | 11.7h ☀︎ 79% | 11.3h ☀︎ 78% | 10.9h ☀︎ 80% | 9.7h ☀︎ 78% | 8.2h ☀︎ 73% | 6.8h ☀︎ 67% | 4.5h ☀︎ 47% |
| Vento | SO · 17 km/h | SO · 18 km/h | SO · 18 km/h | SO · 17 km/h | SO · 15 km/h | SO · 14 km/h | SO · 12 km/h | S · 12 km/h | S · 12 km/h | S · 15 km/h | SO · 16 km/h | SO · 17 km/h |
| Umidade (%) | 70% | 68% | 66% | 68% | 76% | 75% | 77% | 78% | 75% | 72% | 69% | 72% |
| Duração do dia | 9.8h | 10.8h | 12.0h | 13.2h | 14.3h | 14.8h | 14.5h | 13.6h | 12.4h | 11.2h | 10.1h | 9.5h |
Dezessete dias de opera, danca, teatro e musica tomam conta dos locais historicos de Charleston enquanto a primavera fic…
Chefs, produtores de vinho e apaixonados por gastronomia se reunem no inicio da primavera, quando as temperaturas ainda…
Esta exposicao de arte da natureza e estilo de vida ao ar livre toma conta dos locais historicos do centro em um inverno…
Este festival celebra a arte e a cultura afro-americana e caribenha com musica, danca e artes visuais enquanto a umidade…
Outubro é indiscutivelmente o ponto alto em Charleston: iguala setembro em termos de céus limpos e conforto ao ar livre, mas sem a humidade persistente ou as multidões crescentes. Em contrapartida, a cidade atinge o seu pico absoluto de afluência em dezembro, altura em que o frio intenso e os ventos húmidos do vale do rio tornam este, de forma objetiva, o mês menos hospitaleiro do ano.
Estendendo-se a partir da confluência onde o Elk River se encontra com as correntes largas do Kanawha River, Charleston é uma cidade fluvial operária moldada pela indústria e pela geografia montanhosa. Não se adequa aos ritmos suaves do turismo sulista típico. Se consultar um algoritmo, este irá encaminhá-lo para setembro em busca de calor, ou empurrá-lo para a agitação do final do outono. No entanto, olhar estritamente para a sensação que o piso do vale transmite revela um ritmo bem diferente. O verdadeiro caráter da cidade revela-se nas transições nítidas do ano, desde que saiba qual o lado do compromisso sazonal escolher.
No papel, setembro e novembro parecem perfeitamente equiparados, partilhando o ar mais limpo e os céus mais limpos do calendário. Setembro mantém firmemente o calor do verão, trazendo tardes longas e brisas fluviais agradáveis que persistem até ao anoitecer. O MOJA Arts Festival marca esta transição, trazendo música e espetpetáculos para espaços ao ar livre mesmo quando o ar espesso do pleno verão começa a abrandar. Contudo, setembro traz atritos: as ruas estão mais movimentadas, os espaços esgotam rapidamente e o calor a meio do dia ainda empurra as temperaturas aparentes para níveis bafejos.
Outubro é o melhor negócio. A humidade desaparece por completo, deixando manhãs frescas e tardes que assentam confortavelmente nos 20°C. Mais importante ainda, as multidões desaparecem. Caminhar ao longo do Kanawha River numa tarde de outubro parece pausado e amplo. Ganha folhagem de outono nítida nas cristas do vale e perde a congestão do final do verão. Se quer Charleston no seu estado mais simples e atmosférico, esta é a janela a aproveitar.
Dezembro produz o maior paradoxo do calendário da cidade. Por qualquer medida atmosférica, é uma altura difícil para estar ao ar livre: a luz solar desce para menos de cinco horas por dia, a chuva cai com persistência implacável e as brisas cortantes do vale empurram a temperatura aparente para uns mordazes 7°C. No entanto, dezembro marca o ponto mais alto absoluto de visitantes.
As multidões chegam em força, lotando os passeios e preenchendo os calendários de eventos do centro, criando uma energia artificial que desafia os céus cinzentos lá em cima. Novembro serve de prelúdio, igualmente fresco e ocupado, enquanto a cidade se prepara para a vaga de fim de ano. Se viajar agora, prepare-se para ruas movimentadas e itinerários focados em espaços interiores. Passará os dias a saltitar entre locais aquecidos em vez de passear ao longo da margem do rio.
Assim que o ano muda, as multidões evaporam-se da noite para o dia. Janeiro é o período mais calmo e frio do ano. O gelo reveste as margens do Elk River, céus nublados pairam baixos sobre as colinas e a cidade retira-se para o interior. É escuro e húmido, mas se valoriza ter as ruas inteiramente para si, janeiro oferece solidão absoluta.
Fevereiro traz os primeiros indícios de vida pública, impulsionados pela Southeastern Wildlife Exposition. O evento atrai colecionadores de arte da natureza e entusiastas de desporto para os espaços do centro, trazendo um zumbido bem-vindo de atividade de volta à cidade enquanto o tempo permanece fresco e cortante. A chuva intensifica-se e o frio persiste, mas a atmosfera é festiva e íntima, livre da congestão esmagadora do final do outono.
A primavera no Kanawha Valley chega por etapas. Março permanece instável e fresco, mas os entusiastas da gastronomia descem na mesma para o Charleston Wine + Food Festival, enchendo os eventos de degustação no centro e as mesas dos restaurantes durante um fim de semana de grande entusiasmo culinário. O ar ainda pode morder e os períodos de chuva são frequentes, mas o motor cultural está a funcionar.
Em abril e maio, o vale esverdeia rapidamente. Abril oferece uma pausa excecionalmente agradável — as temperaturas sobem em direção aos vinte graus, as multidões recuam e a cidade respira com facilidade. Maio torna-se mais quente e visivelmente mais húmido, preparando o terreno para o Spoleto Festival USA. Ao longo de dezassete dias que abrangem o final de maio até junho, o festival de artes eletrifica espaços históricos com dança, teatro e ópera. As ruas em redor da University of Charleston e os corredores fluviais zumbem de atividade, embora deva esperar fortes aguaceiros vespertinos e maior concorrência hoteleira.
O verão no vale traz ar espesso e forte calor vespertino. Julho e agosto empurram habitualmente as temperaturas aparentes bem para os trinta graus, acompanhados por tempestades repentinas e pesadas que se formam sobre as cristas e irrompem pela bacia do vale. É um clima pegajoso e lento que confina o movimento ao ar livre às primeiras horas da manhã e ao final do crepúsculo.
Curiosamente, o verão é também uma altura invulgarmente calma para visitar. Enquanto os destinos costeiros se enchem de veraneantes, a afluência a pé em Charleston permanece surpreendentemente leve durante julho e agosto. Se conseguir lidar com a bafiação do vale, encontrará passeios fluviais tranquilos, margens de rio desimpedidas e espaço livre ao longo do Kanawha River, partilhando o sol com remadores locais em vez de autocarros turísticos.