Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Cascais é de Julho, Agosto, Setembro, mas considerando preços de voos e turismo, os melhores meses para visitar são Julho, Agosto, Novembro. — clima clima consistente
🌦Úmido
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| Score | 52 | 59 | 60 | 72 | 84 | 87 | 93 | 96 | 91 | 78 | 70 | 59 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Ameno | Ameno | Ameno | Ameno | Ameno | Agradável | Agradável | Agradável | Agradável | Úmido | Ameno | Ameno |
| Temperatura | 10–15°C | 11–15°C | 11–16°C | 13–18°C | 15–20°C | 17–21°C | 18–23°C | 18–23°C | 18–23°C | 16–21°C | 14–18°C | 12–16°C |
| Sensação | 7–12°C | 8–13°C | 8–14°C | 11–17°C | 13–19°C | 15–21°C | 16–23°C | 17–24°C | 17–23°C | 15–21°C | 12–16°C | 9–14°C |
| Precipitação | 70mm 10 dias | 55mm 8 dias | 76mm 11 dias | 70mm 12 dias | 43mm 8 dias | 27mm 7 dias | 7mm 3 dias | 4mm 2 dias | 28mm 5 dias | 84mm 12 dias | 86mm 12 dias | 87mm 11 dias |
| Sol | 7.7h ☀︎ 78% | 8.6h ☀︎ 80% | 9.9h ☀︎ 82% | 11.1h ☀︎ 84% | 12.3h ☀︎ 86% | 13.2h ☀︎ 89% | 13.2h ☀︎ 91% | 12.3h ☀︎ 90% | 11.0h ☀︎ 89% | 9.0h ☀︎ 81% | 7.6h ☀︎ 76% | 7.4h ☀︎ 78% |
| Vento | N · 24 km/h | N · 25 km/h | N · 26 km/h | NO · 25 km/h | N · 26 km/h | NO · 26 km/h | N · 28 km/h | N · 28 km/h | N · 24 km/h | N · 24 km/h | N · 24 km/h | NE · 23 km/h |
| Umidade (%) | 79% | 77% | 77% | 79% | 78% | 80% | 81% | 82% | 80% | 80% | 81% | 81% |
| Duração do dia | 9.8h | 10.8h | 12.0h | 13.2h | 14.3h | 14.8h | 14.6h | 13.6h | 12.4h | 11.2h | 10.1h | 9.5h |
| Lotação Turística | Baixa temporada | Baixa temporada | Temporada intermediária | Alta temporada | Alta temporada | Alta temporada | Alta temporada | Alta temporada | Alta temporada | Alta temporada | Temporada intermediária | Baixa temporada |
Realizadas em julho, durante o verao quente e ensolarado de Cascais, estas festas tradicionais celebram a heranca piscat…
Enquanto os conselhos de viagem tradicionais empurram todos para o calor sufocante de agosto, Cascais encontra o seu verdadeiro ritmo teatral em novembro, altura em que a energia costeira de alto risco e a majestade atlântica em estado bruto suplantam facilmente a rotina de praia desbotada pelo sol.
Cascais nunca se comportou como uma vila balnear vulgar. Desde que o Rei D. Luís I mudou a corte e o seu círculo aristocrático para a Costa do Estoril na década de 1870, este canto da costa portuguesa tem misturado a têmpera marítima com um ar assumido de realeza no exílio, aristocratas do mar e intriga internacional. É uma vila construída sobre calçadas de calcário, enseadas abrigadas e cabos oceânicos fustigados pelo vento. O consenso entre os guias comuns insiste que deve chegar no calor sufocante de agosto, estender uma toalha e cozinhar ao sol juntamente com milhares de excursionistas de Lisboa. Mas essa sabedoria convencional perde toda a alma do lugar. Cascais nunca foi construída meramente para ser um refúgio de verão; foi concebida como um santuário aristocrático, um reduto atlântico onde a grandiosidade do oceano se cruza com o requinte cortesão.
Abra qualquer guia básico e este irá apontá-lo para o calor abrasador do pleno verão. O nosso veredito aponta para algo completamente diferente: novembro. Para compreender Cascais, é preciso compreender como a vila lida com a maré alta e o volume humano. Em novembro, a vila vibra em plena capacidade. Visitantes internacionais, peregrinos da costa e pessoas de fim de semana de Lisboa enchem a vila, mas o bafo do alto verão evaporou-se por completo. O ar torna-se fresco, transportando o aroma mineral da maresia selvagem diretamente para o centro histórico, onde as vilas reais se erguem altivas contra os céus atlânticos cinzento-ardósia.
Enquanto agosto lhe oferece um calor estagnado e areia apinhada, novembro transforma a vila num cenário cinematográfico revigorante. Pode postar-se junto ao abismo da Boca do Inferno e observar ondulações oceânicas montanhosas a esmagarem-se contra as falésias de calcário, lançando penachos de nevoeiro salgado bem alto acima das rochas. A vila sente-se viva e elétrica em vez de aturdida pelo sol. No porto abrigado em redor da Marina de Cascais, os mastros de regata batem contra os estais na brisa que se avigora, e as noites cheiram a castanhas assadas e a maresia.
Sim, vai precisar de um casaco de lã bem cortado e os aguaceiros sopram com um ritmo atlântico pujante, mas a troca é incontestável. Em vez de disputar espaço para a toalha em areia sobrelotada, obtém a vila na sua versão mais digna, dinâmica e inequivocamente dramática.
O pleno verão ao longo da Costa do Estoril é inegavelmente luminoso, implacavelmente seco e totalmente encharcado de sol. Agosto ostenta as condições de mar mais calmas e céus limpos quase garantidos, transformando a vila num postal de águas azul-turquesa e paredes caiadas. Se o seu único objetivo é repousar na areia sob guarda-sóis de riscas, é nesta altura que as praias oferecem as suas águas mais quentes e as brisas mais suaves.
No entanto, o verão cobra o seu preço. O pequeno bolsão de areia na Praia da Rainha, outrora o banho privado da Rainha D. Amélia, sente-se sufocado antes do meio-dia, com o seu charme histórico comprimido por banhistas. Logo ali ao virar do promontório, a Praia da Conceição enche-se de ponta a ponta com famílias a fugir ao calor do interior. A célebre reserva aristocrática da vila cede perante o clamor barulhento da época alta, onde encontrar um banco livre ao longo do paredão exige paciência.
Julho introduz um pulso local vibrante com as Festas do Mar. A celebração tradicional atrai multidões regionais maciças para o núcleo histórico para ouvir música popular, assistir a procissões religiosas em honra da herança piscatória local e ver fogo de artifício a iluminar a baía à noite. As ruas perto da água encerram ao trânsito, enchendo as noites de genuína festividade local. O verão aqui é inegavelmente enérgico, mas pertence às multidões.
Há uma razão pela qual a monarquia portuguesa escolheu setembro para a sua residência costeira anual. Assim que agosto termina, as multidões mais densas dissipam-se, mas o oceano retém cada grau de calor que absorveu durante o verão. O Atlântico assume um tom lápis profundo e cintilante, e a luz que suaviza sobre a baía é a mais lisonjeira do ano.
Durante setembro e início de outubro, pode caminhar pelos portões da Cidadela de Cascais e ouvir os seus próprios passos a ecoar pelos pátios históricos. O vento na estrada costeira aberta em direção à Praia do Guincho continua suficientemente suave para longos passeios ao fim da tarde, onde o cenário dramático das colinas de Sintra mergulha diretamente na espuma branca e rebentada.
No final de outubro, as primeiras frentes outonais substanciais começam a varrer a Península Ibérica. O tempo mantém-se agradavelmente ameno, mas o céu torna-se melancólico, pintando dramáticos raios de sol através do oceano ao pôr do sol. É uma janela requintada para viajantes que preferem almoços de marisco sem pressas com vista sobre a água, sem terem de desviar-se de guarda-sóis.
O inverno ao longo desta costa não é rigoroso, mas é profundamente atmosférico. As tempestades atlânticas empurram ondulações potentes contra o flanco ocidental do concelho, fazendo da Praia do Guincho um teatro de água bravia e ventos assobiantes. Se procura relaxar em esplanadas banhadas pelo sol, achará estes meses húmidos, frescos e frequentemente instáveis.
No entanto, há um prazer distinto em ver as marés de inverno rolarem para dentro da baía a partir de um café quente. As ruas históricas em redor do centro da vila esvaziam-se, deixando os chalés oitocentistas ornamentados e as nobres casas de verão visíveis em toda a sua excêntrica glória arquitetónica. Mesmo em janeiro, as temperaturas diurnas parecem uma primavera nórdica fresca sempre que o sol rasga a cobertura de nuvens marítimas.
Ali ao lado, no Estoril, os jardins em redor do Casino Estoril assumem uma aura calma e retro-glamorosa. Ian Fleming inspirou-se nos reis exilados e espiões em tempo de guerra que aqui bebiam nos anos 1940, e o inverno é a única altura do ano em que essa atmosfera fantasmagórica e clandestina se sente totalmente autêntica.
A primavera na Costa do Estoril chega numa explosão de jacarandás roxos e de uma luz brilhante e cristalina. abril e maio são marcados por longas tardes luminosas e uma brisa marinha revigorante que varre a humidade invernal. A vila desperta, sacudindo o pó dos seus passeios marítimos e abrindo as esplanadas à beira-agua.
Esta é a melhor estação para caminhar pelo dramático paredão que liga Cascais às praias vizinhas. A água continua demasiado fria para todos, exceto para os nadadores mais corajosos, mas a areia está limpa, desimpedida e excelente para ler ao sol. Nos jardins e vielas abrigadas em redor da Cidadela de Cascais, o perfume das agulhas de pinheiro funde-se com a água salgada.
Em junho, os dias estendem-se até tarde pela noite dentro, iluminados por mais de treze horas de luz solar. A correria do verão ainda não atingiu o seu ponto de ebulição, oferecendo o equilíbrio ideal entre o calor da esplanada e espaço para respirar antes que o sufoco do meio-verão desça sobre nós.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
O Palácio Nacional da Pena localiza-se na vila de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Conhecido popularmente apenas por Palácio da Pena ou Castelo da Pena, representa uma das principais expressões do romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo em Portugal. Em 7 de julho de 2007 foi eleito como uma das Sete Maravilhas de Portugal.
O Palácio Nacional de Sintra, também conhecido como Palácio da Vila, localiza-se na freguesia de Sintra, na vila de Sintra, Distrito de Lisboa, em Portugal.
A Quinta da Regaleira é uma propriedade histórica localizada na encosta da Serra de Sintra, na vila de Sintra, Portugal. O complexo é famoso por sua aura esotérica e mística, inserindo-se no ecletismo romântico do início do século XX, com forte predomínio do estilo neomanuelino e marcada influência das estéticas neogótica e neorrenascentista. Integra a Paisagem Cultural de Sintra, classificada como Património Mundial da UNESCO em 1995.
O Castelo de Sintra, popularmente conhecido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de Sintra, município de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.
O Palácio de Monserrate é um palácio inserido no Parque de Monserrate situado na freguesia de Sintra, município de Sintra, distrito de Lisboa, Portugal.
O Estádio António Coimbra da Mota é um estádio de futebol localizado na Amoreira, freguesia de Alcabideche, concelho de Cascais, em Portugal, onde o GD Estoril Praia manda os seus jogos.
O Convento dos Capuchos, designava-se Convento da Santa Cruz, é um antigo convento da Ordem de São Francisco que fica localizado na Serra de Sintra, na freguesia de Colares, município de Sintra, distrito de Lisboa, Portugal.
O Palácio de Seteais, elegante palácio situado próximo da vila de Sintra, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester, numa porção de terra cedida pelo Marquês de Pombal.
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