Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Calcutá é de Janeiro, Fevereiro, Dezembro. — clima clima consistente
⛈Quente e chuvoso
Contém links de afiliado.
Contém links de afiliado.
| Score | 97 | 96 | 83 | 63 | 47 | 29 | 25 | 25 | 28 | 53 | 95 | 96 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Agradável | Agradável | Quente e seco | Quente e seco | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Quente e chuvoso | Agradável | Agradável |
| Temperatura | 14–25°C | 17–29°C | 22–33°C | 25–35°C | 27–34°C | 27–33°C | 26–31°C | 26–31°C | 26–31°C | 24–31°C | 19–29°C | 15–26°C |
| Sensação | 13–25°C | 18–30°C | 24–36°C | 30–40°C | 32–40°C | 33–40°C | 32–38°C | 32–38°C | 31–38°C | 28–36°C | 21–31°C | 16–26°C |
| Precipitação | 19mm 2 dias | 24mm 2 dias | 39mm 4 dias | 79mm 5 dias | 145mm 9 dias | 233mm 20 dias | 401mm 30 dias | 385mm 30 dias | 294mm 26 dias | 180mm 14 dias | 34mm 2 dias | 31mm 2 dias |
| Sol | 9.7h ☀︎ 89% | 10.3h ☀︎ 90% | 10.5h ☀︎ 87% | 10.9h ☀︎ 86% | 10.3h ☀︎ 78% | 6.3h ☀︎ 47% | 4.8h ☀︎ 36% | 4.7h ☀︎ 36% | 5.5h ☀︎ 45% | 9.1h ☀︎ 78% | 9.6h ☀︎ 87% | 9.1h ☀︎ 85% |
| Vento | N · 11 km/h | NO · 12 km/h | SO · 14 km/h | S · 18 km/h | S · 19 km/h | S · 18 km/h | S · 17 km/h | S · 16 km/h | S · 15 km/h | N · 12 km/h | N · 10 km/h | N · 11 km/h |
| Umidade (%) | 72% | 68% | 68% | 71% | 77% | 82% | 86% | 87% | 87% | 83% | 74% | 73% |
| Duração do dia | 10.9h | 11.4h | 12.0h | 12.7h | 13.2h | 13.5h | 13.4h | 12.9h | 12.3h | 11.6h | 11.1h | 10.8h |
O festival mais marcante de Kolkata transforma a cidade com milhares de pandals elaboradamente decorados em homenagem a…
Uma das maiores feiras do livro do mundo transforma o recinto em uma extensa cidade de estandes de editoras, leituras e…
Kolkata celebra o Ano Novo bengali com procissoes, apresentacoes culturais e mercados e docerias lotados, especialmente…
A Park Street, em Kolkata, se ilumina com decoracoes festivas, barracas de comida e uma atmosfera de carnaval incomum pa…
A regra de ouro de Calcutá é simples: o inverno é tão glorioso quanto prometido, mas, enquanto novembro e dezembro atraem as multidões de férias de pico, janeiro e fevereiro entregam essa mesma perfeição seca e fresca com muito mais espaço para respirar.
Espalhando-se pela margem oriental do rio Hooghly, Calcutá carrega o peso de um império e o coração de Bengala. É uma cidade definida pelo vigor intelectual, grandiosidade neoclássica desbotada, táxis amarelos Ambassador e longas discussões vespertinas sobre chá. Mas a experiência física de se locomover por ela depende inteiramente do calendário. Durante boa parte do ano, a atmosfera tropical é pesada e implacável, transformando as ruas em banhos de vapor ou canais alagados. No entanto, quando os ventos do norte sopram no fim do outono, a cidade se abre completamente, transformando-se em uma das paisagens metropolitanas mais deliciosas e caminháveis do Sul da Ásia.
O inverno em Calcutá não é um exagero; é um renascimento cívico. Começando em novembro, a umidade costeira opressiva cede, substituída por manhãs frescas, brisas diurnas agradáveis e noites nítidas que realmente exigem um xale leve de lã. Os extensos gramados verdes do Maidan enchem-se de caminhantes matinais, partidas de críquete e famílias descansando sob a luz solar suave e dourada. Em dezembro, a arquitetura da era colonial ao longo de Park Street brilha sob uma cobertura elétrica de luzes festivas, preenchendo o distrito com vendedores de comida de rua, cantores de coral e uma energia de carnaval vibrante que dura até a véspera de Ano Novo.
Embora novembro e dezembro registrem o maior fluxo de turistas do ano, o clima permanece em seu auge absoluto durante janeiro e fevereiro. Janeiro é o verdadeiro ponto ideal: as temperaturas diurnas giram em torno de amenos 25 graus, o ar é seco e as multidões diminuem visivelmente em relação ao pico de férias. Este é o momento ideal para caminhar. Você pode passar pelas lendárias muralhas de Fort William ou passear por vielas repletas de livros sem começar a suar imediatamente.
É também a alta temporada intelectual. Entre o final de janeiro e o início de fevereiro, a Feira do Livro de Calcutá atrai legiões de bibliófilos para uma metrópole temporária de estandes de editoras, palcos ao ar livre e pavilhões de comida enfumaçados. Vivenciar a feira em uma tarde clara e fresca, folheando poesia e ensaios políticos entre multidões que seguram copos de papel com chá quente, mostra a capital cultural em sua melhor forma absoluta.
Em março, a trégua de inverno começa a se dissolver. O sol sobe mais alto e, em abril e maio, a cidade mergulha no calor punitivo pré-monção. As temperaturas à tarde regularmente ultrapassam os 35 graus, mas a alta umidade empurra a sensação térmica para mais de 40 graus, transformando cada jornada fora de uma sala com ar-condicionado em um teste suado de resistência. O asfalto irradia calor, e os densos engarrafamentos retêm fumaça e umidade em pistas estreitas.
Abril traz o Poila Boishakh, o Ano Novo Bengali, que brevemente tira a cidade de sua letargia induzida pelo calor. As celebrações se espalham pelas pistas do norte de Calcutá e ao redor de College Street, onde os lojistas tiram a poeira de seus livros-razão para a cerimônia do Haal Khata e as lojas de doces transbordam de clientes comprando sandesh e rosogolla. Se você estiver aqui, celebre no início da manhã ou bem depois do anoitecer. Ao meio-dia, o sol implacável força a cidade inteira a ficar dentro de casa com as cortinas fechadas.
Maio é particularmente brutal porque une dias escaldantes e pegajosos a um aumento paradoxal de visitantes. Tempestades atingem ocasionalmente o rio Hooghly ao crepúsculo — vendavais violentos que derrubam barracas de rua e interrompem o trânsito antes de deixar o ar ainda mais úmido do que antes. A menos que sua visita esteja estritamente ancorada em edifícios históricos com ar-condicionado, evite este período.
A monção irrompe formalmente em junho, mergulhando Calcutá em quatro meses de céus cinzentos implacáveis, aguaceiros torrenciais e calor tropical estagnado. A cidade recebe a maior parte de sua precipitação anual nesta janela, com julho e agosto registrando volumes impressionantes de água que regularmente sobrecarregam as antigas redes de drenagem. As ruas se transformam em rios rasos, os táxis recusam corridas em cruzamentos alagados e o ar permanece preso em um vapor permanente e encharcado.
Curiosamente, o número de visitantes permanece teimosamente alto entre junho e agosto, apesar das condições terríveis sob os pés. Os viajantes que chegam esperando aguaceiros românticos e melancólicos geralmente se encontram presos por pancadas de chuva repentinas que atrapalham roteiros inteiros em minutos. O céu fica baixo e denso, oferecendo apenas algumas breves horas de sol abafado por dia.
Setembro atua como uma transição cansada. As chuvas mais fortes começam a recuar para aguaceiros intermitentes, mas a umidade permanece sufocante. Caminhar mais do que alguns quarteirões deixa suas roupas grudadas na pele, e o ar úmido torna a exploração ao ar livre exaustiva. A famosa vida de rua da cidade recua para baixo de lonas de plástico, esperando pelo alívio do outono.
Outubro é o pivô do calendário bengali, dominado inteiramente pelo Durga Puja. Por cinco dias, a cidade joga todas as rotinas práticas pela janela. Os bairros se transformam em uma vasta exposição de arte pública iluminada, ancorada por milhares de pandals temporários — elaborados templos temáticos que abrigam ídolos da deusa Durga, flanqueados por imensos sistemas de som e barracas de comida que servem rolinhos quentes e biryani.
O clima em outubro é uma mistura desconfortável. A monção está recuando, mas a umidade ainda não deu lugar ao frescor do inverno, o que significa que os milhões que inundam as ruas para passeios noturnos pelos pandals o fazem em um ar quente e pegajoso. Navegar pela cidade durante o Puja exige abandonar toda a esperança de pontualidade ou espaço pessoal; as artérias principais param completamente e as plataformas do metrô ficam lotadas de foliões.
Se você vier em outubro, venha exclusivamente para mergulhar neste espetáculo cultural. Se o seu objetivo são passeios arquitetônicos tranquilos e visitas a museus, o caos e o calor do fim da monção o sobrecarregarão. Para aqueles que buscam a cidade em sua forma mais fácil e elegante, aguardem pelos dias secos e frescos logo virando a esquina.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
O Estádio Salt Lake (nome oficial: Vivekananda Yuba Bharati Krirangan (VYBK) ou যুব ভারতী ক্রীড়াঙ্গন, Stadium of the Indian Youth, Estádio da Juventude Indiana) é um estádio localizado em Kolkata, na Índia.
The Victoria Memorial is a large marble monument in the Maidan in Central Kolkata (Calcutta), having its entrance on the Queen's Way. It was built between 1906 and 1921 by the British Raj. It is dedicated to the memory of Queen Victoria, the Empress of India from 1876 to 1901. The work of construction was entrusted to Martin & Co. of Calcutta founded by Rajendranath Mukherjee and Thomas Acquin Martin, and work on the superstructure began in 1910. It is the largest monument to a monarch anywhere in the world. It stands at 26 hectares of gardens and is now a museum under the control of the Ministry of Culture, Government of India. Possessing prominent features of the Indo-Saracenic architecture, it has evolved into one of the most popular attractions in the city.
The Indian Museum is a grand museum in Central Kolkata, West Bengal, India. It is the ninth oldest museum in the world and the oldest, as well as the largest museum in Asia, by size of collection. It has rare collections of antiques, armour and ornaments, fossils, skeletons, mummies and Mughal paintings. It was founded by the Asiatic Society of Bengal in Kolkata (Calcutta), India, in 1814. The founder curator was Nathaniel Wallich, a Danish botanist.
Dakshineswar Kali Temple is a Hindu navaratna style temple in Dakshineswar, Kolkata, West Bengal, India, on the eastern bank of the Hooghly River. The presiding deity of the temple is Bhavatarini (Kali), a form of Mahadevi or Parashakti Adya Kali, otherwise known as Adishakti Kalika. The temple was built in 1855 by Rani Rashmoni, a zamindar, and a devotee of Kali. The temple is associated with Ramakrishna and Sarada Devi, his wife and devotee mystic, both of 19th century Bengal.
Kalighat Kali Temple is a Hindu temple in Kalighat, Kolkata, West Bengal, India, dedicated to the Hindu goddess Kali, one of the 10 Mahavidyas in the Hindu tantric tradition and the supreme deity in the Kalikula worship tradition. The temple is one of the 51 Shakti Pithas in India.
The Tipu Sultan Mosque, officially known as the Tipu Sultan Shahi Mosque, also known locally as the Tipu Sultan Masjid, and formerly known as the Dharmatala Mosque, is a mosque located in Kolkata, in the state of West Bengal, India. The mosque is named after Tipu Sultan, a famous ruler of Mysore. Located at 185 Dharmatala Street, the mosque is renowned for its architectural and cultural heritage relics.
St. Paul's Cathedral is a Church of North India (CNI) cathedral of Anglican background in Kolkata, West Bengal, India, noted for its Gothic architecture and dedicated to Paul the Apostle. It is the seat of the Diocese of Calcutta. The cornerstone was laid in 1839; the building was completed in 1847. It is said to be the largest church in Kolkata and the first Anglican cathedral in Asia. It was also the first new-built cathedral in the overseas territory of the British Empire. The edifice stands on Cathedral Road on the "island of attractions," the site was chosen to provide for more space for the growing population of the European community in Calcutta in the 1800s.
The Maidan is a large urban area containing vast urban green space, parks, playgrounds and several public venues in the center of Kolkata (Calcutta), India. The area is spread over a total area of 519 hectares. The urban green space of the Maidan, which comprises an area of around 160 hectares, is the largest urban park and urban green space in Kolkata city and second largest in the Kolkata metropolitan area as well as in India. Prior to the 2013 creation of Eco Park, it was the largest urban park in India. Its vast stretch of field that includes numerous sporting grounds, including the famous cricketing venue Eden Gardens, several football stadiums and the Kolkata Race Course.
The Acharya Jagadish Chandra Bose Indian Botanic Garden, previously known as the Indian Botanic Garden, Calcutta Botanic Garden, and Royal Botanic Garden, Calcutta, is a botanical garden situated in Shibpur, Howrah near Kolkata. The garden houses a wide variety of rare plants boasting of a total collection of over 12,000 specimens spread over 109 hectares. It is managed by the Botanical Survey of India (BSI) under the Ministry of Environment and Forests, Government of India.
The Nakhoda Masjid is a Sunni mosque, located in Kolkata, in the state of West Bengal, India. The mosque is situated in the Chitpur area of the Burrabazar business district in Central Kolkata, at the intersection of Zakaria Street and Rabindra Sarani. Completed in 1926, it is the principal mosque for Kolkata and it is affiliated with the Hanafi school.
Jorasanko Thakur Bari is a Haveli in Jorasanko, North Kolkata, West Bengal, India, is the ancestral home of the Tagore family. It is the birthplace of poet Rabindranath Tagore and the host of the Rabindra Bharati University campus. Build in Traditional Bengali Architecture of Dalan genre, it is considered to be a heritage, historic icon and centre of socio-cultural evolution of Kolkata.
Locais do Wikidata e da Wikipédia.
Contém links de afiliado.