Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Bucara é de Abril, Setembro, Outubro. — clima clima consistente
🌥Ameno
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| Score | 32 | 40 | 75 | 95 | 83 | 49 | 45 | 55 | 94 | 98 | 55 | 36 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Frio | Frio | Ameno | Agradável | Agradável | Quente e seco | Quente e seco | Quente e seco | Agradável | Ameno | Frio | Frio |
| Temperatura | -2–9°C | 0–12°C | 6–18°C | 11–25°C | 18–32°C | 23–37°C | 26–39°C | 22–36°C | 16–31°C | 8–22°C | 2–14°C | -1–9°C |
| Sensação | -6–5°C | -3–8°C | 2–15°C | 9–23°C | 16–30°C | 20–35°C | 23–37°C | 19–34°C | 13–28°C | 5–19°C | -2–11°C | -5–5°C |
| Precipitação | 23mm 4 dias | 32mm 6 dias | 35mm 5 dias | 20mm 3 dias | 14mm 2 dias | 1mm 0 dias | 0mm 0 dias | 0mm 0 dias | 1mm 0 dias | 10mm 1 dias | 15mm 2 dias | 10mm 3 dias |
| Sol | 7.0h ☀︎ 72% | 7.2h ☀︎ 68% | 8.6h ☀︎ 72% | 10.7h ☀︎ 80% | 11.9h ☀︎ 83% | 13.3h ☀︎ 89% | 13.5h ☀︎ 92% | 12.7h ☀︎ 92% | 11.3h ☀︎ 91% | 9.7h ☀︎ 87% | 7.5h ☀︎ 75% | 6.9h ☀︎ 73% |
| Vento | L · 15 km/h | NE · 17 km/h | N · 19 km/h | N · 18 km/h | N · 19 km/h | N · 20 km/h | N · 24 km/h | N · 21 km/h | N · 18 km/h | N · 16 km/h | NE · 15 km/h | NE · 15 km/h |
| Umidade (%) | 72% | 66% | 59% | 47% | 35% | 21% | 20% | 22% | 28% | 46% | 62% | 69% |
| Duração do dia | 9.7h | 10.7h | 12.0h | 13.3h | 14.4h | 14.9h | 14.7h | 13.7h | 12.5h | 11.2h | 10.0h | 9.4h |
A histórica praça Lyabi-Hauz e as antigas cúpulas comerciais de Bukhara se enchem de barracas de artesanato, músicos fol…
Bukhara é um oásis no deserto de tijolos cozidos pelo sol e argila, o que significa que o seu calendário oscila violentamente entre o frio de inverno e o calor de fornalha: a janela da verdadeira perfeição pertence a outubro e abril, quando os antigos becos de pedra parecem salas de estar ao ar livre em vez de fornos ou frigoríficos.
Entrar em Bukhara é entrar numa relíquia viva e ininterrupta da Rota da Seda, onde milhares de anos de erudição, comércio e grandeza arquitetónica se mantêm preservados em tijolo de lama cozida e vidrado turquesa. A cidade não esconde os seus monumentos atrás de viadutos ou expansão suburbana; aqui, o núcleo histórico é um labirinto íntimo e empoeirado onde caravançarais e madrasas enquadram a vida quotidiana. Mas Transoxânia é uma paisagem desértica implacável. Quando o sol está alto e sem obstáculos, o brilho das fachadas de tijolo pálido pode ser cegador e o calor intransigente. Quando o inverno chega, um vento cortante da estepe rouba o calor diretamente da argila. Chegar no momento certo não é um detalhe menor — é a diferença entre deambular por pátios ensombrados em completa reverência e fugir das praças abertas antes do meio-dia.
Se pudesse congelar um mês sobre Bukhara para sempre, seria outubro. À medida que setembro se despede dos resíduos sufocantes do verão, o ar do deserto arrefece até atingir uma nitidez suave, de casaco sobre os ombros. Em outubro, a luz da tarde torna-se num âmbar rico e melado, destacando o tijolo esculpido do Samanid Mausoleum num relevo luminoso. Caminhar pelas vielas suavizadas pela poeira não exige nem guarda-chuva nem retiro a meio do dia; o ar do meio-dia paira numa amenidade suave e reconfortante, descendo para um arrepio revigorante assim que as estrelas perfuram a escuridão do deserto.
Setembro funciona como a porta de boas-vindas para esta perfeição outonal. No início do mês, o meio-dia ainda carrega um calor seco nos baixos trinta graus, mas a intensidade sufocante do pico do verão evaporou-se. No final de setembro e já em outubro, a vida de rua instala-se num ritmo tranquilo. Os bebedores de chá ao ar livre demoram-se sob amoreiras seculares, e os visitantes podem deambular pelos arcos imponentes do Po-i-Kalyan complex sem ter de desviar-se de ondas de calor sufocantes ou das enxames avassaladoras de autocarros turísticos que chegam na corrida da primavera. Se quer Bukhara no seu estado mais equilibrado e fotogénico, esta é a janela.
A primavera é a altura em que o mundo desce sobre Bukhara. Março sacode a geada do inverno com dias nítidos e brisas frescas, mas abril marca a verdadeira explosão da estação. Em abril, a cidade regista a sua maior afluência de viajantes, e por uma boa razão: as temperaturas diurnas situam-se a meio dos vinte graus, as flores de macieira e damasqueiro roçam os azulejos turquesa e os portões dos pátios abrem-se de par em par. O monumental Kalan Minaret ergue-se enquadrado contra céus de cobalto sem nuvens, atraindo admiradores desde o nascer do sol até muito depois do anoitecer.
Em maio, os termómetros sobem para o início dos trinta graus, empurrando Bukhara em direção ao verão. No entanto, maio guarda um magnetismo festivo, ancorado pelo Silk and Spice Festival. Durante o festival, a praça aberta de Lyabi-Hauz e as antigas cúpulas comerciais vizinhas irrompem com tecedores de tapetes, entalhadores de madeira, comerciantes de especiarias e dançarinos folclóricos regionais. A atmosfera é vibrante e comemorativa sem perder a sua alma local. Sim, as multidões são densas e as tardes vão tentá-lo a procurar a sombra dos pórticos em arco, mas a pura vitalidade cultural torna o início de maio numa época inesquecível para se estar dentro das antigas muralhas.
O alto verão em Bukhara é um exercício de resistência. Em junho, atingindo um crescendo em julho, as temperaturas diurnas aproximam-se dos quarenta graus. A baixa humidade não oferece alívio quando o sol do deserto reflete em milhões de tijolos cozidos, transformando praças abertas em fornos ardentes. Até a suave sombra dos bazares cobertos oferece pouco consolo contra o ar morto e superaquecido.
Em julho, as multidões da cidade diminuem drasticamente, e por uma boa razão: aventurar-se lá fora entre as onze da manhã e as cinco da tarde é simplesmente miserável. Agosto traz uma trégua marginal no final do mês, mas as noites continuam quentes e a pedra retém o calor muito depois do crepúsculo. Se tiver de viajar agora, o seu horário deve imitar o de um nómada do deserto. Levante-se antes da alvorada para ver os monumentos sob uma luz suave e fresca, passe as tardes abrasadoras a descansar dentro de portas e só apareça quando o crepúsculo se instalar sobre os lagos e as casas de chá.
O inverno em Bukhara surpreende aqueles que imaginam que o deserto é sempre quente. A partir de novembro, correntes de ar frio siberiano canalizam-se através da estepe, arrefecendo a alvenaria sem isolamento da cidade até aos ossos. Em dezembro e janeiro, as temperaturas diurnas estagnam habitualmente nos dígitos únicos, e as geadas noturnas cobrem as pedras da calçada. O ar seco do deserto faz com que o frio pareça agudo, mordendo diretamente através dos casacos de lã.
Há, no entanto, um romantismo austero e solitário no inverno por aqui. Os enormes pátios estão silenciosos, despidos de grupos turísticos. Ficar sozinho sob o portal imponente da mesquita Po-i-Kalyan enquanto uma névoa fria vagueia em redor do Kalan Minaret oferece uma intimidade com o passado que os visitantes da primavera nunca experienciam. Se estiver preparado para se vestir com agasalhos pesados e aceitar dias curtos e cinzentos de luz diurna, a cidade é inteiramente sua — apenas não espere a vida de rua vibrante que faz as estações mais quentes cantar.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
O Mausoléu Samânida está localizado em um parque nos arredores do centro histórico de Bukhara, no Uzbequistão. O mausoléu é considerado uma das obras mais conceituadas da arquitetura da Ásia Central e foi construído entre 892 e 943 d.C como o lugar de descanso de Ismail Samani - um poderoso e influente emir da dinastia Samanídea, um dos últimos Dinastias persas que governaram na Ásia Central nos séculos IX e X, depois que os samanidas estabeleceram independência virtual do califado abássida em Bagdá. Além de Ismail Samani, o mausoléu também abriga os restos de seu pai, Ahmed e seu sobrinho Nasr, assim como os restos de outros membros da dinastia Samânida.
O Minarete Kalyan, Minarete Kalon ou Minâra-i Kalân é um minarete no centro histórico de Bucara, um sítio classificado como Património Mundial pela UNESCO no Usbequistão. Juntamente com a Mesquita Kalyan e a Madraça Miriárabe (Mir-i-Arab) forma o conjunto monumental islâmico Po-i Kalyan.
Po-i Kalyan ou Poi-Kalan é um conjunto monumental histórico islâmico e praça na cidade de Bucara, no Usbequistão. É um dos ícones turísticos do desse país e faz parte do sítio do Património Mundial da UNESCO "Centro histórico de Bucara". O seu edifício principal é a Mesquita Kalyan, conhecida especialmente pelo seu grande minarete, chamado Minâra-i Kalân, que é a construção mais antiga do conjunto e está na origem do nome original do conjunto em persa, que significa "ao pé do `grande´". Além dessa mesquita e do minarete, o complexo inclui ainda as madraças Miriárabe e do Emir Alim Cã.
Chor Bakr é uma necrópole e conjunto monumental e memorial em Bucara, Usbequistão, construído no local onde foram sepultados Coja Abu Becre Sade (m. 970–971) e Imame Abu Becre Amade, dois líderes religiosos muçulmanos do século X, que juntamente com outros dois ficaram conhecidos como Chor Bakr, que eram descendentes de Maomé e tiveram um papel importante na disseminação do islão em Bucara. O conjunto é candidato a Património Mundial da UNESCO desde 2008.
A Madraça Ulugue Begue é uma madraça no centro histórico de Bucara, um sítio classificado como Património Mundial pela UNESCO no Usbequistão. É um dos poucos edifícios do período timúrida em Bucara e nas suas vizinhanças, juntamente com Chashma Ayub. Foi fundada por Ulugue Begue, um neto de Tamerlão que foi governador da Transoxiana antes de ascender ao trono timúrida em 1447.
A Mesquita Magok-i Attari, Mesquita Maghoki-Attar, Magak-i Attari ou Magoki Attoron é uma mesquita situada no centro histórico de Bucara, um sítio do Património Mundial da UNESCO no Usbequistão. É um dos únicos monumentos de Bucara anteriores à destruição da cidade por Gêngis Cã c. 1219–1221 e, segundo muitos autores é a mesquita mais antiga da Ásia Central que chegou aos nossos dias.
Chashma Ayub, também chamado Mausoléu Chashmah-Ayyub é um monumento situado em Bucara, Usbequistão, onde supostamente está sepultado o profeta Jó. O seu nome significa "Fonte de Jó" ou "Poço de Jó" e está relacionado com uma lenda segundo a qual o profeta teria visitado o local onde vários séculos depois seria fundada a cidade de Bucara, numa altura de grande seca e, batendo com o seu cajado no chão, fez brotar uma nascente cuja água ainda hoje muitos acreditam ter poderes curativos. Desde 2008 que o mausoléu é candidato a Património Mundial da UNESCO.
O Chor Minor ou Char Minar, também conhecido como Madraça de Khalif Niyaz-kul, é monumento em Bucara, Usbequistão, que integra o sítio "centro histórico de Bucara", inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO. O nome do monumento significa "quatro minaretes" em persa, uma referência às suas quatro torres, que na realidade não são minaretes.
O Lyab-i Hauz, também chamado ou grafado Lyabi-Khauz ou Lab-e hauz, é um conjunto monumental histórico islâmico em Bucara, no Usbequistão, que faz parte do sítio do Património Mundial da UNESCO "Centro histórico de Bucara".
A Mesquita Bolo Hauz, Bolo Haouz ou Bolo-Khauz é uma mesquita histórica no centro histórico de Bucara, um sítio classificado como Património Mundial pela UNESCO no Usbequistão. Situa-se na praça do Registan, no lado ocidental, em frente à Ark (cidadela), que fica no lado oriental da praça, formando um kosh, um arranjo urbanístico típico da Ásia Central, no qual dois monumentos formam um par simétrico, segundo um mesmo eixo longitudinal.
A Mesquita Kalyan, Mesquita Kalon ou Mesquita Kalan é uma mesquita no centro histórico de Bucara, um sítio classificado como Património Mundial pela UNESCO no Usbequistão. Juntamente com a Madraça Miriárabe (Mir-i-Arab), o Minarete Kalyan forma o conjunto monumental histórico Po-i Kalyan. É a mesquita congregacional de Bucara e é a maior da Ásia Central, a seguir à de Bibi Canum em Samarcanda e, segundo alguns autores, à Grande Mesquita de Herate, no Afeganistão.
A Madraça Abdulazize Cã ou Madraça de Abdalazize Cã é uma antiga madraça no centro histórico de Bucara, um sítio classificado como Património Mundial pela UNESCO no Usbequistão. Tem o nome do seu fundador, o cã de Bucara Abdulazize, e foi construída entre 1651 e 1652, após ter derrotado um exército mogol em Balque.
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