Descubra a melhor época do ano, baseado em clima, temperatura e precipitação histórica.
O melhor clima em Acre é de Maio, Junho, Outubro. — clima clima consistente
☀️Agradável
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| Score | 54 | 66 | 77 | 87 | 94 | 96 | 66 | 53 | 76 | 94 | 86 | 65 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Clima | Fresco e chuvoso | Fresco e chuvoso | Ameno | Agradável | Agradável | Agradável | Quente e seco | Quente e seco | Quente e seco | Agradável | Agradável | Fresco e chuvoso |
| Temperatura | 11–17°C | 11–18°C | 12–19°C | 14–22°C | 18–25°C | 21–28°C | 23–30°C | 24–31°C | 23–30°C | 21–28°C | 17–24°C | 13–19°C |
| Sensação | 8–15°C | 8–16°C | 10–18°C | 14–23°C | 18–27°C | 23–31°C | 27–35°C | 28–35°C | 26–33°C | 22–29°C | 16–23°C | 11–18°C |
| Precipitação | 216mm 19 dias | 127mm 13 dias | 88mm 11 dias | 55mm 8 dias | 17mm 5 dias | 7mm 3 dias | 2mm 1 dias | 4mm 2 dias | 4mm 2 dias | 21mm 4 dias | 63mm 7 dias | 160mm 15 dias |
| Sol | 8.6h ☀︎ 84% | 9.2h ☀︎ 84% | 10.3h ☀︎ 86% | 11.7h ☀︎ 90% | 12.7h ☀︎ 91% | 13.3h ☀︎ 93% | 13.3h ☀︎ 95% | 12.7h ☀︎ 95% | 11.5h ☀︎ 93% | 10.5h ☀︎ 93% | 9.2h ☀︎ 88% | 8.1h ☀︎ 81% |
| Vento | SE · 21 km/h | L · 20 km/h | NO · 21 km/h | NO · 20 km/h | NO · 19 km/h | O · 17 km/h | O · 17 km/h | O · 17 km/h | NO · 17 km/h | N · 18 km/h | L · 19 km/h | SE · 20 km/h |
| Umidade (%) | 70% | 71% | 71% | 72% | 70% | 75% | 76% | 74% | 71% | 67% | 63% | 68% |
| Duração do dia | 10.3h | 11.0h | 12.0h | 13.0h | 13.9h | 14.3h | 14.1h | 13.3h | 12.4h | 11.4h | 10.5h | 10.0h |
Realizado ao longo de quatro dias durante o feriado judaico de Sucot, este festival enche os antigos saloes cruzados, pa…
Um modelo de previsão padrão dirá que junho é o auge indiscutível de Acre, mas outubro é a verdadeira cartada de mestre: a névoa do verão diminui, as multidões sufocantes recuam e a pedra fustigada pelo mar da Old City torna-se genuinamente habitável.
Acre não se parece com o resto da costa levantina. Projetando-se diretamente para Haifa Bay, esta antiga cidadela marítima absorveu séculos de bombardeios navais, cercos cruzados e reconstrução otomana, deixando para trás um labirinto intensamente compacto de vielas de calcário envoltas em muralhas marinhas colossais. O mar é uma presença inescapável aqui — seu sal incrusta os arcos medievais, sua maresia choca-se contra os baluartes ocidentais e sua umidade dita o ritmo da vida diária. O momento da sua visita determina se você encontrará um porto histórico vivo e arejado, com pescadores puxando redes ao lado de alvenaria milenar, ou um forno de pedra grelhado pelo sol e abarcanado de grupos de turismo.
Um aplicativo de clima colocará junho acima de outubro todas as vezes, citando menos gotas de chuva perdidas e sol contínuo interminável. Essa lógica falha no terreno em Acre. Em outubro, a fornalha punitiva do final do verão finalmente cede. O ar sobre a água cai para um calor ameno e respirável, enquanto o Mediterrâneo retém cada gota de calor que acumulou em julho e agosto, tornando os mergulhos à tarde ao longo da baía confortáveis sem esforço.
Mais importante ainda, outubro muda o ritmo das vielas. A invasão de ferias de verão desaparece, deixando espaço para caminhar pelas paredes perimetrais sem atrito ombro a ombro. É também a janela para o Acre Fringe Theatre Festival, uma instituição que toma conta dos salões cruzados subterrâneos e pátios abertos durante o feriado de Sukkot. A Old City fica acordada até tarde na noite amena, cheia de artistas de rua, atores e mercados noturnos, mas ainda assim parece ancorada na cultura e não no turismo de massa.
Novembro estende essa boa sorte através de suas semanas iniciais, embora você deva aceitar a ocasional pancada de chuva repentina vinda do mar. A luz torna-se dramática, projetando longas sombras âmbar sobre as cúpulas e baluartes otomanos, enquanto o ar diurno se estabiliza em um frio fresco e revigorante, ideal para explorar as fortificações a pé.
O inverno em Acre é bruto, dramático e intensamente marítimo. Dezembro e janeiro veem tempestades ferozes do Mediterrâneo entrarem diretamente no porto, lançando forte maresia bem alto sobre as muralhas do mar e inundando vielas baixas com chuva impetuosa. As temperaturas ao meio-dia rondam a casa dos dez graus altos, mas quando os ventos com força de vendaval chicoteiam a água, a sensação térmica é visivelmente mais fria. Grande parte da cidade se recolhe para dentro de casa, e vagar pelas ruas escorregadias de calcário exige equipamento impermeável e uma resolução teimosa.
Então vem fevereiro, que apresenta a contradição mais estranha do destino. Por qualquer padrão meteorológico, ainda está úmido e molhado, sujeito a aguaceiros cinzentos repentinos. No entanto, o fluxo de pedestres dispara para os níveis mais altos do ano. Excursionistas locais e viajantes costeiros afluem para a Old City para ver o impetuoso surfe de inverno bater contra os baluartes históricos e para vaguear pelos mercados sob o ar melancólico e lavado pela chuva. Se você vier agora, venha pela atmosfera de um baluarte costeiro sitiado enfrentando os elementos, mas não espere ruas silenciosas ou sapatos secos.
A primavera se instala rapidamente ao longo de Haifa Bay. Março varre as fortes tempestades de chuva, substituindo os céus cinzentos por longos trechos de azul claro e temperaturas diurnas que convidam a longas caminhadas ao longo da costa. O mar permanece fresco, mantendo o ar fresco e evitando que a umidade se acumule no denso núcleo urbano.
Em abril e maio, a cidade atinge seu ritmo sazonal. Flores silvestres brotam das fendas nas ruínas cruzadas, a brisa vinda do Mediterrâneo traz o doce aroma de citrinos dos pomares do interior, e as refeições ao ar livre espalham-se livremente pelo porto. As multidões aumentam constantemente em direção ao início do verão, mas as condições são notavelmente cooperativas: você pode passar dias inteiros atravessando os baluartes, descendo aos salões abobadados de pedra cavernosa e vagando pelos souks de especiarias sem transpirar. Maio, em particular, oferece calor de verão sem o ar opressor e pesado que caracteriza os meses seguintes.
No papel, junho parece impecável. A chuva desapareceu por completo, o sol brilha por mais de treze horas por dia e a cidade vibra com a energia costeira de pico. Se seus únicos critérios são céus azuis garantidos e água quente, junho parece ser o campeão indiscutível.
Na realidade, junho marca o início do cadinho costeiro. A umidade acumula-se como uma parede contra as muralhas marinhas ocidentais, retendo o calor nas vielas estreitas de paredes de pedra onde as brisas não conseguem penetrar. As caminhadas ao meio-dia tornam-se uma negociação cansativa com o sol, e a onda de turismo pré-verão começa a congestionar as passagens mais apertadas da Old City. Junho está longe de ser inabitável — as manhãs ao longo do porto continuam mágicas, e as noites trazem uma suave brisa do mar — mas você paga por aquele céu perfeito com ar pegajoso e vias públicas lotadas.
Julho e agosto testam até os viajantes mais dedicados. Acre fica em uma bacia costeira rasa onde a umidade do Levante se acumula e adere. Com temperaturas aparentes rondando regularmente meados dos trinta graus e ar espesso e estagnado, a Old City ao meio-dia transforma-se em um forno. As grossas paredes de calcário que isolam a cidade na primavera agora irradiam calor continuamente, oferecendo pouco alívio mesmo após o crepúsculo.
Agosto de alguma forma consegue permanecer lotado de veraneantes em família, apesar das pontuações sombrias do clima, o que significa que você navegará por vielas lotadas enquanto transpira profusamente. Viajar com sensatez aqui durante o meio do verão significa inverter a sua programação: fique dentro de casa ou perto de sombra profunda entre o meio-dia e o final da tarde, emergindo apenas quando o sol mergulha baixo sobre o Mediterrâneo e os locais se reúnem nas muralhas do mar para apanhar o vento noturno.
Setembro traz pouco alívio inicial do calor, embora as noites comecem a suavizar. Perto do final do mês, a umidade inicia o seu lento recuo, construindo rumo à energia teatral da temporada de festivais de outono.
Principais pontos turísticos e atrações para montar seus dias depois de saber quando ir.
Localizado em Bahji, próximo à Akká, Israel, o Santuário de Bahá'u'lláh é o lugar mais sagrado para os Bahá'ís e representa o Qiblih, a direção das orações. Contém os restos mortais de Bahá'u'lláh e fica próximo da Mansão de Bahjí, local onde Ele morreu.
The el-Jazzar Mosque, also known as the White Mosque of Acre, is located on el-Jazzar Street inside the walls of the old city of Acre, Israel, overlooking the eastern Mediterranean Sea, and is named after the Ottoman Bosnian governor Ahmad Pasha el-Jazzar.
The al-Muallak Mosque also known as the Mosque of Daher al-Umar is a mosque, located in Acre, in the northern district of Israel.
The Ghetto Fighters' House is a Holocaust museum founded in 1949 by members of Kibbutz Lohamei Hagetaot. It is located in the Western Galilee, Israel, on the Coastal Highway between Acre (Akko) and Nahariya.
The Or Torah Synagogue, sometimes the Ohr Torah Synagogue, also known as the Tunisian Synagogue in Acre, the Djerba Synagogue, and the Jariva, is a Jewish congregation and synagogue, located at 13 Kaplan Street, in Acre, in the Northern District of Israel. The building was completed in 1955 by Jews from Tunisia and took over 54 years for the artwork to be completed.
The St. John Baptist Church sometimes simply called Church of St. John, is a Catholic church located in the town of Acre in northern Israel.
Tel Kabri, or Tell al-Qahweh, is an archaeological tell containing one of the largest Middle Bronze Age Canaanite palaces in Israel, and the largest such palace excavated as of 2014. Kabri is named for the abundance of its perennial springs the presence of which has led to the site's occupation and use as a water source from the Pottery Neolithic (PN) period to the present day. Located in the Western Upper Galilee, the site was at the height of its power in the Middle Bronze, controlling much of the surrounding region. Kabri declined as a local power at the end of the Middle Bronze, but the site continued to be occupied at times, on a much reduced level, up until the 1948 Arab-Israeli War.
Acre Municipal Stadium, also Toto Acre Stadium, is a soccer stadium in Acre, Israel. It is the home ground of Hapoel Acre which plays in Liga Leumit, the second tier of the Israeli football league system. The stadium is located at the southern entrance of town, near the Ein HaMifratz intersection.
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